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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Subordem: Scolopaci
Família: Thinocoridae
 Sundevall, 1836
Espécie: T. rumicivorus

Nome Científico

Thinocorus rumicivorus
Eschscholtz, 1829

Nome em Inglês

Least Seedsnipe


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Agachadeira-mirim

A agachadeira-mirim é uma ave Charadriiforme da família Thinocoridae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) thinos = fino, afinado; e do (latim) corus, coração; e do (latim) rumicivorus = ruminante (devido ao hábito desta espécie de comer sementes e plantas). ⇒ (ave com) coração afinado ruminante. Thinocorus em latim tem significado de “coração afinado”, talvez por conta do desenho negro que os macho apresentam no peito.

Características

Tem em média 18 cm. Machos com região lateral da garganta até peito formados por uma mancha em banda enegrecida, lembrando o desenho de uma “ancora”. Na femea, além de faltar o cinza na cabeça, nuca e lateral da face a mancha é menos pronunciada e mais estreita.
Nos jovens, falta o desenho de “ancora” na garganta.
Podem caminhar rapidamente no solo. Apresentam curtas pernas amarelas. Podem ficar agachados. Em voo lembram a narceja.

Subespécies

Possui quatro subespécies:

(Clements checklist, 2014).

Alimentação

Muito pouco ainda se sabe sobre a alimentação dessa espécie. O exemplar registrado em Ubatuba (Castro et al. 2012) se alimentou de uma gramínea Eragrostis tenuifolia (Poaceae, Chloridoideae). Embora alguns autores acreditem que a espécie adquira água através de sua dieta de plantas suculentas, o indivíduo de Ubatuba foi observado bebendo água de uma poça, sendo esse o primeiro registro em estado selvagem desse tipo de comportamento (Castro et al. 2012).

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Ave migratória que ocorre ocasionalmente no Brasil. Vivem em pares ou pequenos grupos familiares. É encontrado principalmente em planicies vastas e abertas, com capim baixo em abundancia, terras cultivadas, montanhas e dunas. Costumam ser mais numerosos no inverno.

Distribuição Geográfica

Sua distribuição ocorre desde o sul do Equador, costa oeste do Peru, Bolívia e quase toda Argentina e Chile. Na região nordeste da Argentina, bem como no Uruguai é menos comum. O primeiro registro confirmado da espécie para o Brasil ocorreu em Ubatuba, São Paulo, em 21 de abril de 2012 (Castro et al. 2012).

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos